14.3.05

Homossexualidade, uni ou bi lateral?

Há uns dias veio um colega com uma sugestão filosófica.
A homossexualidade e a sua bi-lateralidade.
Dizia ele que, numa relação sexual entre dois homens (consentida por ambos, obviamente), não é necessário que ambos sejam homossexuais. De facto, apenas o individuo que praticava a penetração seria gay, pois teve a erecção ao olhar para um traseiro peludo, e excita-se o suficiente para ter um orgasmo, depois de tamanha proximidade com o colega. O outro apenas se limita a ser simpatico e altruista, oferecendo a sua zona anal para gáudio do amigo, numa hora de maior necessidade.
Isto levou-me a uma reflecção em todo o assunto da homossexualidade.
Quando um sujeito chega a casa depois de um dia stressante de trabalho, sente necessidade de telefonar a um amigo, altruista que o deixe besuntá-lo com óleos, vesti-lo com couros e espancá-lo com raquetes e chicotes.
Um homem, ao deixar outro fazer-lhe sexo oral, está a ser simpatico e bom amigo, pois o colega tinha fome, e num momento de tal aperto, nao vamos deixar um amiguinho passar martírio, mas sim, proporcionar-lhe um lanche nutritivo.
O caso do lesbianismo é semelhante.
Quando uma mulher está a entrar na menopausa, sente necessidade de estrogénios. E qual o melhor lugar para os arranjar? Obviamente, pedindo à melhor amiga para a deixar fazer um cunnilingus. Esta atitude de verdadeira e pura amizade tem duplo benificio. Não só está a fornecer proteínas á cinquentona mais necessitada, como o próprio suco pode servir de gloss labial em noites de festa. Por isso vemos tantas vezes as mulheres a entrar em grupo para casas de banho e a voltarem todas bonitas, foram retocar a sua maquilhagem, partilhando os seus fluidos.

São estas atitudes que mantém o mundo um lugar bonito.